Notícias

< Volta para Notícias

Fim do “criado-mudo”. Loja tira nome racista do catálogo

29 de Novembro de 2019 - Boas Notícias

reprodução / Youtube / Etna

A Etna baniu do seu catálogo a palavra “criado-mudo”, um termo considerado racista. Agora o móvel, que fica ao lado da cama, se chamará “mesa de cabeceira”.

Muita gente não sabe a origem horrível desse nome. Em 1820 os escravos que faziam os serviços domésticos eram chamados de criados e alguns passavam dia e noite imóveis ao lado da cama do “senhor” com um copo d’água, ou segurando roupas. E tinham que ficar calados, mudos, porque alguns “senhores” achavam incômodo o fato de eles falarem. Muitos chegavam a perder a língua.

Surgiu ali a ideia de criar um pequeno móvel para ficar ao lado da cama, usado para apoiar objetos e exercer a função que era atribuída ao escravo doméstico. E para não confundir os dois, passaram a chamar a mesinha de “criado-mudo”.


A mudança

A marca resgatou a origem do termo para embasar a decisão de institucionalizar a mudança para “mesa de cabeceira”.

A Etna anunciou a troca nesta quarta-feira 20, Dia da Consciência Negra e fez uma campanha para explicar a decisão.

No vídeo, a empresa diz que o termo é considerado racista e deve ser substituído por ‘Mesa da Cabeceira’.

“Dois séculos depois, sem nos dar conta, ainda carregamos termos racistas como esse, mas sabemos que é sempre tempo de mudar e evoluir”, diz o comunicado.

Fonte: Site Só Notícia Boa


< Volta para Notícias

Notícias Relacionadas

  • 12/06/2020

    Nova Zelândia tem abraços, compras e mãos dadas: desconfinamento

    Saiba mais
  • 01/05/2020

    Mundo já tem 1 milhão de recuperados da covid-19

    Saiba mais
  • 24/04/2020

    Tratamento brasileiro com anticoagulante tem sucesso contra covid-19

    Saiba mais
  • 28/02/2020

    Brasileiros vencem competição da NASA com projeto pra limpar oceanos

    Saiba mais
  • 21/02/2020

    Professor solteiro adota o próprio aluno que precisava de transplante

    Saiba mais
  • 14/02/2020

    Aluno que fazia faxina e estudava no banheiro passa em Medicina na USP

    Saiba mais